Pesquisa de mercado para média e grande empresa. Recife, Aveiro e projetos em mais de 15 países.

Pesquisa de mercado para média e grande empresa

Antes de assinar o investimento alto, meça o risco que ninguém mediu

Pesquisa de mercado sob medida, com leitura, recomendação e margem de erro declarada, entregue em 30 a 45 dias

  • Relatório com recomendação e plano de ação
  • BI interativo que fica na sua empresa
  • Mais de 500 pesquisas concluídas
Mockup ilustrativo de relatório de pesquisa e painel Ray em notebook e tablet

O campo em branco

Todo risco daquela decisão tem número ao lado, menos um

E é justamente ele que sustenta o parecer que você vai assinar.

Você gerencia risco de ofício. Risco financeiro tem matriz, risco operacional tem plano B, risco de fornecedor tem contingência, e cada um deles chega na reunião com um número do lado.

Só que a leitura de mercado que sustenta a decisão entra na mesma sala sem medida nenhuma. Ela é feita de quinze, vinte anos de estrada, e é a única coisa naquela pauta que ninguém pediu para conferir.

Isso não é descuido seu. São quatro forças trabalhando ao mesmo tempo, e nenhuma delas tem a ver com competência:

  • Miopia de mercado. Você enxerga com nitidez o pedaço que já atende, e o que está fora do campo de visão não aparece como dúvida, aparece como inexistente. Ninguém pesquisa o que não sabe que existe.
  • Assimetria de informação. O seu concorrente tem dado que você não tem, e não é dado que se ache no Google.
  • A categoria nunca foi ensinada a você. Inteligência de mercado é cadeira de pouquíssimas faculdades brasileiras, então ela nunca entrou no orçamento nem como opção. Gestão de risco, essa você aprendeu e pratica todo trimestre.
  • Quem já tentou, resolveu pela metade. Assinatura de plataforma devolve o trabalho, instituto grande não cabe na janela, e o time que formulou a tese é o mesmo que iria validar a tese.

O resultado é sempre o mesmo. A decisão sai assim mesmo, com o risco não medido embutido no investimento, e o tamanho dele só aparece depois que o dinheiro saiu.

Um cliente resumiu isso na primeira reunião, com todas as letras:

“Rapaz, me afastei muito do público. Achei que era aquilo que eu sabia cinco anos atrás e fiquei para trás. Era pra fazer essa pesquisa todo ano.”
Cliente da Ray, primeira reunião de diagnóstico

A engrenagem

O Ciclo Pioneiro: quatro etapas que medem o risco em 45 dias

A versão executável do que a casa faz desde o primeiro projeto, o Faster and Better Insights.

01

Enquadramento

Antes de qualquer coisa ir a campo tem o kick-off, e ele coloca três perguntas na mesa: qual decisão está em jogo, qual risco precisa ser mitigado e qual tese vai ser estressada. O escopo nasce fechado no preço e vivo na pergunta. Se no meio do caminho aparece um achado que muda a pergunta, o projeto pivota com você junto.

02

Cruzamento

A pesquisa não parte da estaca zero. Bancos de dados e parcerias próprias de consumo, projeção e economia já estão dentro de casa, e o campo é desenhado por cima disso, sob o seu contexto. É daqui que sai a velocidade sem perda de profundidade. Uma fábrica de borracha em São Paulo e outra na cidade vizinha recebem pesquisas completamente diferentes.

03

Tradução

Aqui a Ray se separa da categoria. A entrega é Insights-driven, o que significa leitura, recomendação e plano de ação escritos. Não é descobrir o dado por descobrir: ele precisa ser útil e levar você a um resultado.

04

Sustentação

Relatório para quem vai levar o material à reunião, BI interativo para quem precisa da informação viva, com frequência os dois. Pontos de controle no seu ritmo, reunião final batendo prometido contra entregue, e mais um mês de ajustes depois da entrega. O trabalho só termina quando você diz que está devidamente contemplado.

E vale dizer o que o Ciclo Pioneiro não faz. Ele mitiga risco, ele não anula risco. A margem de erro existe em qualquer pesquisa do mundo, e a diferença é que a sua vem escrita no relatório, com o nome dela.

O que fica com você

Leitura pronta para a reunião e um BI que fica com você

Cada entregável existe para uma pessoa específica dentro da sua empresa.

Para quem precisa da informação viva

BI interativo com filtros, desenvolvido do zero

Ele não desliga no dia de nenhum cancelamento, porque não existe assinatura para cancelar. Ele fica na sua empresa, depois que o projeto acabar.

Ilustração de painel de inteligência de mercado da Ray com indicadores, segmentos e oportunidades

Para quem defende a decisão

Relatório com recomendação e plano de ação

Para quem vai defender a decisão na reunião de aprovação. Vem com o insight mastigado, e não com a planilha para você interpretar sozinho.

O recorte inteiro

Visão 360 sobre a problemática estudada

Incluindo o contraponto de mercado que derruba a tese, e não só a fatia que confirma quem pediu.

O que o dado não alcançou

A margem de erro, escrita

O que o dado não alcançou entra no relatório com esse nome.

Depois da entrega

Mais um mês de ajuste pontual

Pergunta nova que aparece na primeira apresentação interna ainda é o nosso trabalho.

E existe uma coisa que vem junto sem estar no contrato. Quando você leva a pesquisa para a mesa, o dono da empresa passa a olhar para aquela decisão de outro jeito, porque ela deixou de ser opinião. É a diferença entre “eu acho que é por aqui” e “eu não quis tomar essa decisão pelo meu crível”.

Lastro

Mais de 500 pesquisas concluídas antes da sua

Sete anos de casa, mais de 450 clientes e nota 9.2 de quem contratou.

7
anos de mercado
+500
pesquisas concluídas
+450
clientes atendidos
+15
países com projetos
9.2
nota de clientes

A nota que mais de 450 clientes deram para a casa, em sete anos de operação nacional e internacional, com projetos em mais de 15 países, entre indústria, varejo e serviços.

Algumas das empresas que já contrataram a Ray

  • Grupo Moura
  • Prudential
  • John Deere
  • MAG
  • Cliente da Ray — Mais valor para a saúde
  • Embraer

O case que a gente conta primeiro na call

Um supermercadista do Rio de Janeiro chegou com uma decisão de expansão de rede e um mapa de pontos possíveis na cabeça. A Ray fez a análise de exploração dos novos pontos, estressou o que ele já tinha como certo e devolveu a recomendação com os pontos ordenados por viabilidade.

Ele abriu a primeira unidade num dos pontos indicados. Nos dois primeiros meses, o resultado superou a projeção de viabilidade da própria pesquisa que apontou o ponto.

E o desfecho que interessa aqui é este. O mérito da operação é dele e a execução é dele. A Ray entrou onde tinha que entrar, na hora de escolher onde abrir.

Case de expansão de rede · varejo alimentar · Rio de Janeiro

Comparação por modelo de trabalho

Três caminhos na mesa, e um só cabe na janela da decisão

Comparação por modelo de trabalho, porque o que muda entre eles não é a marca.

Comparação entre assinatura de plataforma, instituto de primeira prateleira e Ray Pesquisa
Assinatura de plataforma Instituto de primeira prateleira
O que você compra Acesso a um banco de dados Metodologia com selo A resposta para a sua pergunta
O que sobra para você Puxar o dado, cruzar e concluir sozinho Esperar Levar a recomendação para a reunião
Quando chega No mesmo dia, cru Depois da janela da decisão Em 30 a 45 dias
Depois que acaba Desliga no cancelamento Fica o PDF O BI continua rodando na sua casa
Quem estressa a sua tese Ninguém Um coordenador acadêmico Um crível independente, sem nada a perder

Repare no que a primeira coluna faz com o seu time. Você paga mensalidade, usa uma fração da ferramenta e continua sendo a pessoa que precisa criar as correlações e escrever a conclusão. Comprou acesso achando que comprava análise.

E a coluna do meio cria dois riscos novos onde havia um. O de orçamento, porque boa parte do valor está no selo. E o de tempo, porque o relatório chega depois de a decisão já ter sido tomada.

A Ray ocupa o espaço entre as duas. Metodológicos e criteriosos, sim, com execução encaixada no seu cronograma.

O segundo tempo

A cada 100 pesquisas no mundo, 2 são da América Latina

Vinte anos atrás a China consumia uma ou duas. Hoje consome 23.

  • 52 Estados Unidos
  • 23 China
  • 2 América Latina inteira
  • 23 resto do mundo

Dos 100, 52 são americanas e 23 são chinesas. A América Latina inteira responde por 2, e o consumo de informação de mercado da China acompanhou o salto da economia dela ao longo dessas duas décadas.

No Brasil o salto ainda não veio, e a decisão continua saindo da experiência de quem está na sala. Por isso a bandeira da Ray é uma só: fazer dos seus clientes pioneiros no mercado em que atuam.

Pioneiros descobrem o não descoberto, para saber para onde ir e vencer.Seja pioneiro. Guiar a manada e não ser levado.

Na prática, dentro da sua empresa, ser pioneiro é uma coisa bem menos abstrata. É ver o entrante antes de ele encostar, entender o público que mudou de hábito antes de o número cair e decidir a expansão antes de o custo de entrar naquela praça subir.

Antes da primeira call

As seis perguntas que aparecem antes de assinar o contrato

As respostas são as mesmas que a gente dá na call, sem rodeio.

“Vocês são parecidos com aquelas plataformas de dados por assinatura.”

São modelos diferentes. Lá você compra acesso, paga todos os meses e usa uma fração da ferramenta, e a correlação e a conclusão continuam sendo trabalho seu. Aqui você compra a resposta para a sua pergunta específica, com relatório e BI prontos, sem fee que se renova no mês seguinte.

“Meu time interno já faz inteligência de mercado.”

Faz, e deve continuar fazendo. Só que o time que formulou a tese é o mesmo que iria validar a tese, e ninguém estressa a própria ideia com o rigor necessário. O nosso papel na mesa é ser o crível independente que bate na tese, sem dar jeitinho no dado para ele ficar como alguém gostaria.

“Pesquisa demora meses e eu preciso decidir agora.”

Pesquisa longa é herança de método antigo. A nossa fica entre um mês e um mês e meio, e quando a decisão não espera, alocamos mais consultores e comprimimos a entrega para cerca de três semanas. Em cinco, seis meses, a pergunta que você queria responder já é outra.

“Não tenho orçamento para isso este ano.”

Você provavelmente já tem, só que ele está inteiro dentro do investimento que vai aprovar. Separe uma parcela dele para medir a premissa antes de assinar o resto. É a conta que os nossos clientes fazem: proteger o todo com uma fração.

“E se a pesquisa terminar confirmando o que eu já penso?”

Aí você assina a decisão com o risco medido, e isso vale por si só. Na prática o retrato quase nunca sai idêntico ao que estava na cabeça, e a parte que você não enxergava costuma ser justamente a que muda o desenho do projeto.

“Como eu sei que vocês entendem do meu setor?”

A gente não trabalha com pesquisa de prateleira. A linha metodológica é uma, o desenho é sempre do seu contexto: uma fábrica de borracha em São Paulo e outra na cidade vizinha recebem pesquisas completamente diferentes. Some a isso bancos e parcerias próprias e mais de 500 pesquisas concluídas em indústria, varejo e serviços.

Filtro de porte

Para quem aprova investimento alto com parecer interno

Dois blocos, para você saber em trinta segundos se vale seguir.

É para você se:

  • A decisão que está na mesa é de investimento alto e alguém dentro da empresa vai assinar um parecer sobre ela.
  • Você é gerência sênior, diretoria ou dono, nas áreas de inteligência de mercado, marketing, pricing, comercial ou produtos.
  • A empresa é de médio ou grande porte, com budget de projeto já previsto.
  • A decisão tem data: lançamento de produto, expansão de praça, mudança de posicionamento ou reprecificação.
  • Você quer alguém de fora batendo na sua tese, e não concordando com ela.

Não é para você se:

  • O que você precisa é de acesso a um banco de dados para operar internamente com o seu próprio time.
  • A decisão não tem prazo definido e a pesquisa serviria para “ter na gaveta”.
  • O que se espera é garantia de acerto. A Ray mede risco e declara margem, e quem promete acerto absoluto está errado na metodologia.

A conta que fecha

Separe uma parcela do investimento e meça a premissa antes

É a conta que o gerente sênior faz de cabeça, sem planilha.

Você está prestes a aprovar um investimento alto, e ele já tem valor definido. Separe uma fração dele para medir a premissa que sustenta o resto, e você entra na reunião de aprovação com o risco medido e a margem declarada.

Se o retrato confirmar o que você já pensava, você assina com respaldo. Se ele mostrar o que você não estava enxergando, você mudou o desenho do projeto antes de o dinheiro sair, e não depois.

De um jeito ou de outro, a decisão deixa de ser a opinião mais alta da sala.

Conte o que está na mesa. A gente responde com um diagnóstico do que dá para medir, em quanto tempo e com qual recorte, antes de qualquer proposta.

Um consultor lê o seu cadastro e responde em até 1 dia útil, pelo e-mail corporativo informado. A primeira conversa dura cerca de 30 minutos, serve para entender a decisão e o prazo, e não termina em proposta no mesmo dia.

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